Araguaína aplica 3ª dose contra a Covid em idosos e pessoas com baixa imunidade a partir desta terça (31)

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Reforço será feito com doses da Pfizer, disponíveis no município. Veja onde a vacinação será feita. Araguaína aplica 3ª dose contra a Covid em idosos e imunossuprimidos
Marcos Sandes/Prefeitura de Araguaína
A partir desta terça-feira (31), o município de Araguaína começa a aplicar a 3ª dose contra a Covid. Por orientação do Ministério da Saúde, dois grupos irão receber a dose do reforço nesse primeiro momento: idosos, acima de 70 anos, que foram vacinados há pelo menos seis meses e pessoas com baixa imunidade (imunossuprimidos), imunizadas há ao menos 28 dias.
De acordo com a nota enviada pelo Ministério da Saúde, o objetivo da vacinação com a dose de reforço é reduzir o índice de letalidade da doença nesses grupos prioritários, que ainda têm sido atingidos pela Covid-19 mesmo após aplicação das duas doses.
A estimativa é de que, inicialmente, 2.200 pessoas recebam o reforço. A imunização será feita com doses da Pfizer.
“A orientação do Ministério da Saúde é que o município faça o reforço da vacinação com as doses excedentes que estão em estoque. Como atualmente há um excedente de vacinas da Pfizer no município, iremos iniciar o reforço com esse grupo e a partir do momento que houver disponibilidade de doses das demais fabricantes o reforço será ampliado ao público que recebeu essas doses, incluindo a vacina de dose única”, explicou a diretora de Imunização de Araguaína, Samilla Braga.
Veja onde a 3ª dose estará disponível:
Ginásio Poliesportivo Pedro Quaresma – das 8h às 17h30
UBS Araguaína Sul – 7h30 às 11h30 e 13h30 às 17h30
UBS JK – 7h30 às 11h30 e 13h30 às 17h30
UBS Palmeiras do Norte – 7h30 às 11h30 e 13h30 às 17h30
UBS Manoel Maria (Setor Cimba) – 7h30 às 11h30 e 13h30 às 17h30
UBS Dr. Raimundo (Setor Maracanã) – 7h30 às 11h30 e 13h30 às 17h30
UBS Dr. Francisco Barbosa (Vila Aliança) – 7 às 18h.
Até esta segunda-feira (30), a Secretaria Municipal da Saúde já aplicou 103.852 primeiras doses e 28.839 segundas doses, além de 3.734 doses única. Veja os dados.
Entenda quem são os imunossuprimidos
As pessoas com baixa imunidade são chamadas de imunossuprimidas ou imunocomprometidas.
Esse grupo considera, por exemplo, pessoas com câncer, pessoas vivendo com HIV, transplantados e outros com o sistema imune fragilizado, o que deixa o paciente mais suscetíveis a infecções.
Na primeira etapa da vacinação pelo país, estavam entre os imunossuprimidos:
Pessoas transplantadas de órgão sólido ou de medula óssea;
Pessoas com HIV e CD4 10 mg/dia ou recebendo pulsoterapia com corticoide e/ou ciclofosfamida;
Pessoas em uso de imunossupressores ou com imunodeficiências primárias;
Pessoas com neoplasias hematológicas;
Pacientes oncológicos que realizaram tratamento quimioterápico ou radioterápico nos últimos seis meses.
A recomendação do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 (PNO), do Ministério da Saúde, afirma que os pacientes imunossuprimidos devem ser vacinados, preferencialmente, quando a doença estiver controlada ou em remissão, como também em baixo grau de imunossupressão ou sem imunossupressão.
Contudo, a pasta esclarece que a decisão sobre a vacinação em pacientes com essas condições deve ser individualizada, levando em consideração a faixa etária, a doença de base, os graus de atividade e imunossupressão, além das comorbidades, e que seja feita preferencialmente sob orientação de médico especialista.
“No entanto, de maneira geral, recomenda-se que esses indivíduos sejam vacinados, salvo situações de contraindicações específicas”, afirma o Ministério da Saúde por meio do PNO.
Não há relação direta entre pessoas com comorbidades (que tinham doenças prévias como hipertensão, diabetes e doenças cardiovasculares) e imunossuprimidos, embora as duas condições possam ocorrer em um mesmo paciente.
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Fonte: G1 Tocantins